sábado, 28 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
permitido fumar
segunda-feira, 23 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Não se brinca à mesa # 3
Como se não fosse brincar com a comida um acto suficientemente reprovável, Vik Muniz foi mais longe e brincou com a pintura barroca. Se as medusas pintadas a óleo por Caravaggio já eram dotadas de um cariz fantasmagórico o esparguete faz com que a Medusa Marinara ultrapasse os limites do tétrico. Mas há um aspecto muito mais surpreendente nesta obra de arte, apesar de ser brasileiro Vik Muniz utilizou, em 1999, materiais bem mais relacionados com a cultura italiana, ou mais particularmente milanesa, do que o próprio Caravaggio: spaghetti e pomodoro. De resto a Medusa Marinara coaduna-se em tudo com o espírito de 1999, ano da sua criação, pre-millenium tension. Soberbo!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Um poema
Afinal o que importa não é a literatura
nem a critica de arte nem a câmara escura
Afinal o que importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio
Afinal o que importa não é ser novo e galante
— ele há tanta maneira de compor uma estante!
Afinal o que importa não é ter medo: fechar os olhos frente ao
precipício
e cair verticalmente no vício
Não é verdade, rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola
Que afinal o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim há muita gente que come
Que afinal o que importa não é ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo!
Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria, e lá fora — ah, lá fora! — rir de tudo
No riso admirável de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra
Mário Cesariny
Subscrever:
Mensagens (Atom)










